“Te amo! Sei que tô difícil, mas sei também que qualquer hora vai surgir uma brecha pra gente se encontrar (sic)”. Este é um trecho de uma das cartas que teriam sido enviadas por um vigilante de uma escola do distrito de Buritirana, na Capital, a uma aluna desde quando ela tinha 13 anos. Recentemente a menina completou 14 anos, e o caso foi denunciado à Polícia Civil c...
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