Ex-analista, assistente administrativo, advogado e delegados da Polícia Federal estão entre os empossados como promotores de Justiça do Ministério Público do Tocantins na tarde desta segunda-feira (1°) de abril. Dos cinco, há apenas uma mulher.

Eles foram aprovados no 10° Concurso para Ingresso na Carreira do MPTO, realizado em 2022. O certame teve 1.316 candidatos, segundo o MP.

Natural de Espumoso (RS), a nova promotora de Justiça Virgínia Lupatini, 28 anos, atuava como analista do Ministério Público do Rio Grande do Sul. Ela se formou em 2018 na Universidade de Passo Fundo (UPF).

Jorge José Maria Neto, 33 anos, é natural de Anápolis (GO), onde trabalhou como assistente administrativo no Instituto Federal de Goiás (IFGO). Neto se formou em 2015 na Universidade Evangélica do estado.

Também de Goiás, Vicente José Tavares Neto, 34 anos, é um dos novos promotores de Justiça empossados. Natural de Goiânia, onde atuava como advogado, Vicente José se formou em 2014 na Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC).

Célio Henrique Souza dos Santos, 35 anos, é ex-delegado da Polícia Federal em Mato Grosso (MT). Ele nasceu em Cuiabá e se formou em 2011, no Centro Universitário de Várzea Grande (Univag).

O quinto promotor de Justiça empossado, Lucas Abreu Maciel,32 anos, também é ex-delegado da Polícia Federal em Rondônia (RO). Ele é natural de Brasília (DF), onde se formou em direito, em 2017, na Universidade de Brasília (UNB). Maciel também atuou como ex-analista Judiciário da Justiça Federal da 1ª Região e ex-técnico Judiciário do Superior Tribunal de Justiça (STJ).

"Esperem de nós uma atuação humana e comprometida com o direito, sempre com vistas a garantir a máxima efetivamente dos direitos fundamentais, e a agir honrando os deveres nas constituições e nas leis, sempre comprometido com o  Ministério Público, agente de  transformação social", disse o novo promotor de Justiça Vicente José Tavares Neto, no discurso dos empossados.

Segundo o Ministério Público do Tocantins, o quadro de membros é composto por 99 promotores e 12 procuradores de Justiça.

"Os promotores de Justiça permanecem na condição de “substitutos” por dois anos, período em que têm seu desempenho avaliado, para fins de vitaliciamento na carreira do MPTO", divulgou o órgão.