Um ofício assinado pela secretária-executiva do Tesouro da Secretaria da Fazenda e Planejamento, Dilma Moura, que assina no lugar do secretário Sandro Armando enviado para o procurador-geral do Estado, Nivair Borges, afirma a "impossibilidade" da secretaria prestar informações sobre cronograma de pagamento aos prestadores de serviços do Plansaúde, o Plano de Assistência à Saúde dos Servidores Públicos.

A desculpa da pasta era que a Secretaria da Administração (Secad), que gerencia os contratos, estaria fazendo levantamento de dados e elaboração desse cronograma.

Datado do dia 14 de fevereiro, quatro dias antes da audiência realizada no dia 18, a comunicação pode até ter servido para adiar a publicação desse calendário da Sefaz, mas não convenceu o juiz Gil Corrêa a "esquecê-lo".

No termo de audiência ele decidiu dar o prazo de 30 dias para que o cronograma, finalmente, seja informado à Justiça. "Intime-se pessoalmente o Secretário da Fazenda do Estado do Tocantins para apresentar Cronograma de Pagamento dos Prestadores de Serviço do Plansaúde, com a relação de fornecedores e os respectivos valores e datas de pagamento", escreveu.

Além disso, ele fixou a data de 7 de abril para uma nova audiência com a presença obrigatória de Sandro Armando (Sefaz) e Edson Cabral (Secad).