Na Zona Norte carioca do passado, todos achavam normal o marido despedir-se de mulher e filhos, sair de casa no domingo de Carnaval rumo aos blocos da avenida e sumir pelos três dias seguintes. Sua família não se preocupava. Sabia que ele voltaria na Quarta-Feira de Cinzas, com batom até na testa, feliz e realizado. Era a época.
Mas o Carnaval sempre foi uma caixinha de surpresas. Um…

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