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Donald Trump critica Arnold Schwarzenegger, seu sucessor no programa 'The Apprentice'

Ator respondeu ao presidente eleito que espera que ele trabalhe por todos os americanos "de maneira tão agressiva como tinha trabalhado por sua audiência"

Reprodução/Instagram
Donald Trump

O presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, deixou de lado brevemente nesta sexta-feira (6), seus comentários políticos em sua conta no Twitter para criticar o ator Arnold Schwarzenegger por sua baixa audiência como apresentador do programa "The Apprentice" ("O Aprendiz"), posto no qual sucedeu o magnata nova-iorquino.

"Saíram os dados de audiência e Arnold Schwarzenegger foi afligido (ou destruído), em comparação com a máquina de audiência DJT (as siglas de Donald J. Trump)", afirmou Trump em sua hiperativa conta na rede social.

"E isso porque é uma estrela de cinema e foi a temporada 1 comparada com a 14. Agora o comparem com minha primeira temporada. Mas quem se importa, ele apoiou (o pré-candidato presidencial republicano) John Kasich e (a candidata democrata) Hillary Clinton", acrescentou o multimilionário em uma série de mensagens.

Schwarzenegger sucedeu Trump como apresentador do programa de televisão "The New Celebrity Apprentice" na segunda-feira passada.

A audiência do ator da série "O Exterminador de Futuro" esta semana foi de 4,9 milhões de telespectadores, frente aos 18,5 milhões do primeiro episódio com Trump em 2004.

O presidente eleito dos EUA se mantém, no entanto, como produtor executivo do reality show transmitido pela emissora "NBC" e no qual ele atuava como juiz implacável perante jovens empreendedores que aspiravam um contrato para trabalhar em uma de suas empresas.

Schwarzenegger, republicano e ex-governador da Califórnia, respondeu na mesma rede social a Trump que espera que o futuro presidente trabalhe por todos os americanos "de maneira tão agressiva como tinha trabalhado por sua audiência".

Em outubro, o ator emitiu um comunicado no qual afirmou que, pela primeira vez desde que se tornou cidadão americano em 1983, não votaria no candidato republicano à Casa Branca. 

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