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Destaque para um trio de peso

Lucas Film Disney
Atriz Carrie Fisher em sua última atuação como a icônica Princesa Leia

O retorno da querida princesa Leia, interpretada por Carrie Fisher; o protagonismo de Rey (Daisy Ridley), a tão esperada jedi mulher; e a vilã Capitã Phasma, líder do esquadrão de stormtroopers da Primeira Ordem. Em tempos de discussão sobre assédio nos bastidores de Hollywood, protagonismo feminino e olhares sobre narrativas que envolvem mulheres, tudo caminha para a representatividade de fortes personagens femininos nas telas no novo Star Wars.

A nova trilogia estava planejada para focar tanto em personagens novos na franquia, como Poe, Finn e Rey, quanto personagens mais antigos, a exemplo de Luke e a Princesa Leia. Para tal, Carrie Fisher voltou para a franquia e protagonizou belos momentos de reencontro em O Despertar da Força (2015). A atriz morreu no final de 2016 e tudo isso foi interrompido. Mas não antes que ela filmasse sua parte em Os Últimos Jedi, que promete uma homenagem à personagem, que esteve presente desde o primeiro título, de 1977.

Ao seu lado, a atriz britânica Daisy Ridley continua, pela primeira vez na saga, como protagonista mulher da trilogia, elogiada pela crítica ao criar uma personagem forte, direta, com uma postura parecida com Luke Skywalker nos primeiros títulos. Filha do famoso fotógrafo de arte Chris Ridley, antes de estrear em Star Wars, a atriz já havia atuado em filmes como Scrawl (2014), Blue Season (2013) e Lifesaver (2013). Na TV, esteve também em séries, como Silent Witness (2014). Daisy está cotada ainda para interpretar Ofélia numa versão rebuscada do clássico Hamlet, de William Shakespeare, previsto para estrear em 2018.

É a primeira vez também que a série vai exibir na ala dos vilões uma mulher como capitã. O filme vai explorar a origem e poder da personagem Capitã Phasma, interpretada pela atriz Gwendoline Christie, conhecida por viver a guerreira Brienne de Tarth, em Game of Thrones. A capitã já havia aparecido superficialmente em O Despertar da Força (2015), mostrando todo o militarismo e lavagem cerebral ao personagem Finn. Agora, promete trazer muitas dificuldades para os rebeldes.

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