Estado

Caso Pedro Caldas: inquérito é encaminhado à promotoria que analisa crimes dolosos

Investigação foi sobre a morte do médico foi concluído pela Polícia Civil (PC) no último dia 3

Emerson Silva

O inquérito policial sobre a morte do médico ginecologista Pedro Caldas, concluído pela Polícia Civil (PC) no último dia 3, foi encaminhado para a 2ª Promotoria de Justiça da Capital, que analisa crimes dolosos - com intenção de matar - contra a vida.

A investigação concluiu que Iolanda Costa Fregonesi, de 22 anos, que atropelou Caldas no dia 12 de novembro de 2017, pode responder por quatro crimes: homicídio qualificado, tentativa de homicídio qualificado, dirigir embriagada e sem a Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

O ginecologista ficou internado 34 dias na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) de um hospital particular de Palmas, teve morte cerebral confirmada no dia 16 de dezembro do ano passado. O carro de Iolanda avançou em sua direção enquanto ele praticava corrida de bicicleta com um grupo de atletas, na marginal leste da TO-050, em Palmas.

Conforme informações do Ministério Público do Estado (MPE-TO), o inquérito será analisado para ver a possibilidade ajuizamento de denúncia à Justiça.

 

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