A empresária Cláudia Fernanda Cândido da Silva, apontada pela Polícia Civil e pelo Ministério Público do Tocantins como uma das articuladoras do contrato de terceirização das Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) de Palmas, se apresentou à polícia nesta segunda-feira (15) após permanecer cinco dias foragida. A Justiça havia decretado sua prisão preventiva durante mais uma fase da Operação Falsa Emergência, que investiga supostas irregularidades em contratos da saúde pública da capital. Segundo as investigações, Cláudia aparece como representante da Santa Casa de Misericórdia de Itatiba, entidade que assumiu a gestão das UPAs Norte e Sul por meio de um contrato de R$ 139 milhões firmado com a Secretaria Municipal de Saúde. A instituição, entretanto, sustenta que a empresária não possui vínculo formal de representação junto à entidade.