A investigação que resultou na prisão da secretária municipal de Saúde de Palmas, Dhieine Caminski, aponta uma série de irregularidades na contratação da entidade responsável pela gestão das Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) Norte e Sul da capital. Entre os principais elementos apontados pela Polícia Civil, pelo Ministério Público e pela Justiça estão os chamados "documentos fantasmas", registros administrativos que deveriam constar nos sistemas oficiais da Prefeitura de Palmas, mas que não foram localizados durante as investigações. A secretária municipal de Saúde, Dhieine Caminski, e o superintendente de Atenção à Saúde, Andreis Vicente da Costa, foram presos na manhã da última quarta-feira (10), durante uma operação da Polícia Civil. As prisões fazem parte das investigações que apuram supostas irregularidades no processo de terceirização das Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) da capital.