Os advogados Leonardo Maciel e Rodrigo do Vale Almeida protocolaram junto ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) Pedido de Providências cujo objetivo é a suspensão do ofício comunicatório expedido pelo Tribunal de Justiça do Estado do Tocantins à Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional Tocantinense, relativo às vagas do denominado “Quinto Constitucional”. Os causídicos subscritores do referido pedido alegam a existência de vícios, como possível postergação da comunicação à Ordem dos Advogados. Aduzem, ainda, que “mostra-se mais adequado que o processo de escolha do Quinto Constitucional da Advocacia seja acompanhado pela nova presidente eleita” no Tribunal de Justiça do Tocantins, Maysa Vendramini. Tanto Maciel quanto Almeida sustentam que “o processo do Quinto deverá ser suspenso até o encerramento das eleições de classe da OAB” evitando-se qualquer tipo de influência relativa aos interessados nos cargo de desembargador, cujo processo deve “ser pautado somente a partir do ano de 2025, após as eleições deste ano”, que ocorrerão no mês de novembro próximo.