O pedido de habeas corpus proposto pelo governador Wanderlei Barbosa (Republicanos) para tentar voltar ao cargo está há mais de um mês parado no Supremo Tribunal Federal (STF). Ele é investigado por suspeita de envolvimento com desvio de recursos públicos para compra de cestas básicas. Wanderlei Barbosa e a primeira-dama e secretária extraordinária de Participações Sociais, Karynne Sotero Campos, foram afastados no dia 3 de setembro de 2025, após decisão do ministro Mauro Campbell, do Superior Tribunal de Justiça (STJ). O prazo de afastamento é de 180 dias. Durante esse tempo, o pedido para voltar ao cargo foi negado pelo menos duas vezes pela Justiça. O JTo entrou em contato com a defesa de Wanderlei Barbosa, mas não houve retorno até a última atualização desta reportagem. Desde o afastamento, o vice Laurez Moreira (PSD) assumiu como governador em exercício.