O escritor e psicanalista Augusto Cury tornou-se o bom velhinho da vez. Pesquisas qualitativas – aquelas em que se reúnem grupos de eleitores para análises imediatas – de dois grandes partidos apontam que eleitores da 3ª idade e mulheres de diferentes faixas etárias simpatizaram com o candidato do Avante à Presidência, após suas aparições no debate da Band TV e na TV. O ‘bom velhinho’ é um padrão usado por alguns marqueteiros desde a candidatura de Ulysses Guimarães (PMDB) ao Palácio em 1989, quando lançou o jingle “Bote fé, no velhinho, que ele sabe o que faz...”. Cury não tem chances, mas pode surgir conquistando parte do voto feminino até dia 4 de outubro. Os de sempre Quanto mais se adentra na plantação dessa cannabis para uso medicinal, foco do lobby da amiga de Lula, Roberta Luchsinger, mais se descobre gente nessa moita. Além dos já citados Lulinha, filho do homem, e Marcola (ex-chefe de gabinete da Presidência), agora aparece o Berger, ex-nº 2 do Ministério da Saúde e assessor direto no Palácio, abaixo do demitido Marcola. Berger é ligado ao ex-governador Agnelo Queiroz.