Alexandre de Moraes durante sessão no STF (Carlos Moura/SCO/STF) O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), manteve nesta segunda-feira (25) a prisão preventiva do ex-deputado Chiquinho Brazão (sem partido-RJ) e do conselheiro do TCE-RJ (Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro) Domingos Brazão, condenados pela Primeira Turma sob acusação de serem mandantes da morte da vereadora Marielle Franco (PSOL). O relator também estendeu a medida ao ex-chefe de Polícia Civil do Rio Rivaldo Barbosa, ao policial militar Ronald Pereira e ao PM reformado Robson Calixto, conhecido como "Peixe". Os três também foram considerados culpados pelo crime cometido em 2018. Todos negam envolvimento no crime. Em sua decisão, Moraes afirmou que não houve nenhum fato novo que alterasse o julgamento de fevereiro pela Primeira Turma, "razão pela qual deve ser mantida a custódia preventiva até o trânsito em julgado".