Representantes dos tribunais de Contas, de Justiça, do Ministério Público e da Defensoria Pública irão reforçar o debate sobre a reforma previdenciária do Tocantins com foco na definição de diretrizes, segundo divulgou a corte de Contas, nesta quarta-feira, 8, no site da instituição.Os órgãos informaram a deliberação, tomada no dia 3, ao Instituto de Gestão Previdenciária (Igeprev) e à Comissão de Constituição e Justiça da Assembleia Legislativa e requisitaram ao instituto os estudos técnicos, tanto atuarial quanto econômico, que embasam a proposta de reforma do Executivo.Com os dados, os órgãos pretendem apresentar propostas para a reforma dentro de 15 dias. “É preciso garantir que a reforma se dê com transparência e equidade, resguardando os princípios da administração pública”, cobrou o presidente do TCE, conselheiro André Luiz de Matos Gonçalves, no site do órgão.No ano passado, o governador Wanderlei Barbosa (Republicanos) apresentou na Assembleia Legislativa uma Proposta de Emenda à Constituição Estadual (PEC) com a reforma da previdência estadual, mas o texto não passou por debate público prévio e acabou retirado após pressão dos sindicatos dos servidores.Entre os pontos polêmicos o aumento do tempo de contribuição dos servidores, principalmente professoras, que aumentam em 7 anos o tempo para se aposentar e o piso que passa a ser do INSS, entre outros.