Unidade de Pronto Atendimento da região Sul de Palmas (Djavan Barbosa) A gestão compartilhada das Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) de Palmas, iniciada em março de 2026, transformou-se em um complexo processo judicial. O contrato de R$ 139 milhões entre a Prefeitura e a Irmandade da Santa Casa de Itatiba motivou investigações por supostas fraudes e as prisões da então secretária de Saúde, de um superintendente e de uma empresária. Os dois servidores públicos deixaram os cargos. A parceria foi anunciada sob a justificativa de concentrar os serviços das UPAs em um único contrato, ampliando atendimentos em pediatria e ortopedia. No entanto, o Tribunal de Justiça e o Ministério Público (MPTO) apontaram um aumento de custos excessivo, saltando de R$ 16,8 milhões para R$ 139,1 milhões anuais, sem a devida comprovação de melhoria.