A empresária Cláudia Fernanda Cândido da Silva, apontada pela Polícia Civil como lobista no contrato de R$ 139 milhões das UPAs de Palmas, teria custeado viagens e outros benefícios para o superintendente da Secretaria Municipal de Saúde, Andreis Vicente da Costa. Os dois são investigados na Operação Falsa Emergência, que apura supostas irregularidades na contratação da Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Itatiba para administrar unidades de saúde da capital. Segundo a polícia, o contrato foi firmado entre a Prefeitura de Palmas e a Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Itatiba. O inquérito apura a prática de associação criminosa, falsidade ideológica, corrupção e lavagem de dinheiro. As investigações indicam que o grupo teria exercido influência direta sobre a gestão municipal e atuado para acelerar a contratação da entidade. Na nova fase da Operação Falsa Emergência, foram presos a então secretária municipal de Saúde, Dhieine Caminski, o superintendente Andreis Vicente e a empresária Cláudia Fernanda.