A revista “VEJA” cravou na capa de sábado que o nascedouro nacional do Banco Master – ou seu salto meteórico no sistema financeiro do País – foi o CredCesta do Governo da Bahia nas gestões de Rui Costa e Jerônimo Rodrigues, o que a Coluna tem citado há meses. O consignado dos servidores estaduais empurrado pelos gestores, sob a blindagem dos primos André e Eugênio Kruschewsky, hoje é a maior dor de cabeça do Governo Lula da Silva III, que tenta de todo jeito se dissociar do escândalo, mas tem um pé na raiz do problema que virou o Daniel Vorcaro. O “banqueiro” entregou o esquema à Polícia Federal e ao MPF. O pior ainda está por vir. A PF já mapeia toda a rota do dinheiro, e podem entrar no circuito os R$ 54 milhões em honorários que a banca de Eugênio Kruschewsky (em tempo, procurador do Estado) recebeu do Master como seu advogado – e querer saber qual a relação da dupla Kruschewsky com os desembargadores amigos do procurador-advogado. A conferir.