Não bastasse elevar o preço das passagens às alturas como seus aviões – e apesar dos subsídios bilionários da União que nunca se convertem em descontos nas tarifas – a Associação Brasileira das Empresas Aéreas, que reúne as três grandes do setor, ensaia uma operação de madrugada no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, para além das 23h. Jura que é só para pousos de emergência. O deputado federal Jilmar Tatto (PT) pediu audiência pública na Viação de Transportes da Câmara, com pressão de associações de moradores da Vila Mariana e Vila Nova Conceição, para frear o apetite contra “o direito ao descanso, à saúde e à qualidade de vida” na região. O assunto não é polêmico só para os paulistanos. Abre um precedente perigoso para todas as capitais. Prepostos gravados Não se fala em outra coisa nos corredores da bilionária Funcef, o fundo de pensão dos servidores da Caixa, após as notas da Coluna. A briga velada entre o presidente Ricardo Pontes e o diretor de Investimentos e Participações do Fundo, Joaquim Cruz, apadrinhado pelo PT. Curiosamente, dois prepostos de um deles tentaram, sem sucesso, approach com a reportagem “para saber o que está acontecendo”. Estamos de olho.