Um cidadão brasiliense flagrou ontem um carteiro uniformizado caminhando de chinelos para entregar cartas e encomendas na região de Sobradinho. Questionado sobre o calçado, revelou que os Correios ainda não forneceram o coturno, por falta de verbas. Até poucos meses, durante quase toda a gestão de Lula da Silva III, o Correios era cabide de um grupo de advogados e juristas que “fez o L” durante a prisão do ex-presidente em Curitiba, e suas salas lotadas de deputados e senadores aliados atrás de contratos e verbas de patrocínio direto para eventos. Humanização energética Presidente da Âmbar Amazonas Energia, João Pilla revelou a jornalistas em Brasília que a atenção e diálogo das equipes chamadas para cortar ligações com inadimplência tem dado um retorno significativo na relação cliente-distribuidora. Segundo Pilla, 70% das contas em atraso são pagas na negociação presencial, na hora do corte. Essa humanização do atendimento abriu um novo capítulo no Estado.