Um atento observador notou que o presidente Lula da Silva (PT), afeito a se meter em assuntos internacionais sempre na tentativa de ser aclamado pacificador, há meses não fala um “a” sobre a guerra, tampouco do Governo da Rússia (um dos grandes clientes das multinacionais brasileiras), tampouco sobre o Governo de Benjamin Netanyahu em Israel – outro grande cliente daqui. Lula foi muito bem orientado a segurar a língua, diante do approach que os Bolsonaro têm com Israel, por exemplo. Quando se meteu a falar, deu no que deu – críticas e mídia negativa para todo lado. Olheiros O clima pré-eleitoral é tão quente em Curitiba, ao contrário do tempo frio da cidade, que todo pré-candidato – com exceção do líder Sergio Moro (União) – quer ser o indicado do governador bem avaliado Ratinho Junior (PSD). O caso é tão latente que expoentes do TRE e a promotoria eleitoral passaram a fazer pente fino nas perguntas das pesquisas nas ruas.