Há no Congresso Nacional um movimento velado, de pequeno grupo de deputados e senadores, que deseja entrar em campo para, de alguma forma, cobrar a transparência na Confederação Brasileira de Futebol (CBF) depois do maior fisco da História do futebol brasileiro em Copas FIFA. Em suma, querem ter acesso a contratos financeiros e também até cobrar de jogadores patrocinados por .bet a publicidade de cláusulas que possam afetar o futebol. O porém é que a turma desse alambrado continua no… alambrado. Ninguém por ora quer briga com o poderoso lobby da CBF no Congresso e, principalmente, com o ministro do STF Gilmar Mendes, o decano que indicou vice-presidentes e teria apadrinhado o atual presidente da entidade, Samir Xaud. Um dos parlamentares ensaiou levar adiante uma CPI da CBF e foi cerceado. Já houve tentativas sem sucesso em 2012 e 2025. De qualquer forma, a CBF precisa se explicar. O que não tem hoje é futebol, e o que mais se vê é uma entidade com suposta ingerência política e judicial, com jogadores convocados por pressão de patrocinadores, alguns deles patrocinados por .bet e técnico da seleção virando garoto-propaganda de cervejeira.