A Polícia Civil aponta que a empresária Cláudia Fernanda Cândido da Silva teria escondido o veículo usado na fuga e contado com uma troca de carros em uma rota articulada, indicando a atuação de uma rede de apoio para tentar frustrar a ação policial. Ela é investigada por suspeita de participação em uma fraude de R$ 139 milhões envolvendo o contrato de terceirização das Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) de Palmas. A prisão de Cláudia foi decretada em 10 de junho de 2026, durante a segunda fase da Operação Falsa Emergência. Segundo a investigação, ela teria deixado o apartamento onde mora cerca de 14 minutos antes da chegada dos agentes responsáveis pelo cumprimento do mandado de prisão preventiva, o que levantou suspeitas de possível vazamento de informações sigilosas. Cinco dias depois, Cláudia se apresentou no Fórum de Palmas acompanhada de um advogado e foi indiciada por corrupção ativa, lavagem de capitais e associação criminosa. Entre os demais investigados estão agentes públicos, incluindo a ex-secretária municipal de Saúde, Dhieine Kaminski.