Após confirmar a morte do líder supremo Ali Khamenei, o Irã prometeu segundo a mídia estatal "a maior ação ofensiva da história da República Islâmica", fundada em 1979. Segundo a Guarda Revolucionária, ente militar principal do país, haverá retaliação pelo ataque americano e israelense contra alvos ligados aos EUA e ao Estado judeu no Oriente Médio nas próximas horas. O líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, foi morto neste sábado (28) no inédito ataque conjunto dos Estados Unidos e de Israel contra a teocracia instalada em 1979, cujo futuro está em suspenso. Altas autoridades do país e de suas Forças Armadas, além de talvez o presidente Masoud Pezeshkian, também morreram. Os bombardeios continuaram na madrugada deste domingo (1º), como Donald Trump havia dito que iriam. A morte do líder foi confirmada, após horas de negativas, pela mídia estatal iraniana. Com isso, Khamenei se torna o primeiro chefe de Estado no poder assassinado em uma operação comandada por Washington na história. Também foram mortos na ação uma das duas filhas do líder, que tinha outros 4 filhos, além de um neto, um genro e uma nora.