A CBF vai se reunir com os clubes das séries A e B do Campeonato Brasileiro para discutir a adoção, nas competições, das mudanças que envolvem jogo e arbitragem e que foram implantadas na Copa do Mundo, como o pacote anticera e revisão de escanteio e correção do segundo amarelo por meio do VAR. O Atlético-GO diz ser favorável às mudanças. Presidente do Atlético-GO, Adson Batista afirma que é favorável às medidas mais técnicas, como na questão da diminuição da cera nas jogadas de bola parada ou na simulação de faltas. "Sou totalmente a favor", garante o dirigente. O dirigente, porém, questiona o "poder" para os árbitros, segundo ele. "Acho que os árbitros têm poder demais. Nesse negócio de acabar com a cera, sou totalmente favorável", frisou Adson. O dirigente faz críticas. "Acho que o árbitro tem poder demais. O VAR precisa ser mais ativo e funcionar de maneira que tenha os mesmos critérios", aponta o dirigente, criticando a falta de critério nas marcações. "O que mais vou debater é que o VAR precisa ter um critério só. Não conseguimos, no futebol brasileiro, definir um critério só. Às vezes, anula um gol (legítimo), às vezes não marca um pênalti (legítimo)", citou Adson Batista.