Quando o telefone tocou, Gilsandra Pereira de Oliveira, 55 anos, estava na igreja em mais uma das tantas correntes de oração que faz regularmente. “Eu continuo esperando em Deus, só Ele para me dar esperança”. A esperança a qual ela se refere é a de ter respostas sobre o desaparecimento da neta, Laura Vitória Oliveira, que há quatro anos saiu durante a manhã de um sábado p...

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