A bancária Fernanda Heloany mora no 9º andar de um edifício na zona norte de São Paulo. Sozinha, de máscara, pegou o elevador no térreo e apertou o botão correspondente ao seu destino. No caminho, sentiu o infortúnio de algumas paradas – e, em cada uma delas, ver subir outros moradores. “Fiquei na dúvida se devia descer ou continuar até o fim. Se eu descesse, os meus v...

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