Ainda sobre a pesquisa realizada pela Associação dos Magistrados Brasileiros com cerca de 4 mil magistrados, intitulada “Quem somos: a magistratura que queremos”, constatou-se que os juízes brasileiros não são muito apegados aos precedentes. Para a grande maioria (52%), o ato de seguir jurisprudências cegamente compromete a independência profissional do magistrado.
 
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