Floquinhos sem-noção

Aproprio-me de espetacular metáfora de que fez uso o filósofo Luiz Felipe Pondé ontem neste espaço no irretocável texto “Floquinhos de neve no metrô” para – sem a sua genialidade – estabelecer, a propósito, um paralelo com os nossos “floquinhos de neve”.

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