Luiz Armando Costa

Não sou defensor do que Spinoza considerava simpatia malévola para exprimir maldades desinteressadas. Mas o conflito empregado/empregador no poder público do Estado remete a paradoxos incontornáveis. É, metaforicamente, como se o cachorro corresse atrás do rabo.

Os servidores expandem a possibilidade de greve. Reivindicam os 5,07% da…

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