RIO DE JANEIRO - Em, digamos, 1968, Marcelo Crivella tinha 11 anos. É fácil visualizá-lo. Camisa branca abotoada nos punhos e no pescoço. Calça de tergal cinza. Sapatos e meias pretos. Cueca de pano. Caspa. Sempre o último a ser escolhido na pelada do bairro e, mesmo assim, como goleiro. Sem namorada –nenhuma garota de sua rua teria estômago para beijá-lo. E, nos anos seguintes, virgem de…

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