A ferramenta de trabalho dos jornalistas é a curiosidade. A dúvida. A interrogação.  Há um ceticismo ético, base da boa reportagem investigativa. É a saudável desconfiança que se alimenta de uma paixão: o desejo dominante de descobrir e contar a verdade.

Outra coisa, bem diferente, é o jornalismo de suspeita. O profissional suspicaz não tem “ olhos de ver”. Produz muita espuma…

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