Nossos governantes adoram os aparatos do poder, como faixas, títulos, diplomas simbólicos de universidades e um certo tratamento imperial. Um colega de farra de Fernando Collor na Ipanema dos anos 70 foi à sua posse na Presidência em 1990. Ao chegar sua vez na fila, abraçou-o e o chamou, como sempre, de "Fernando". Collor se desvencilhou, como se estivesse sendo abraçado por um lagarto saído…

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