Irajá Abreu explicou que as faltas não justificadas ocorreram durante a Eleição Suplementar. Ele justificou que foi um dos momentos mais difíceis da história do Tocantins e exigiu a presença de diversos políticos no Estado. O deputado ainda destacou que faz parte do seu trabalho atender a população no seu gabinete em Palmas e viajar pelos municípios. O deputado Vicentinho também informou que suas ausências são principalmente em razão da Eleição Suplementar, pois foi coordenador de campanha, e frisou que teve descontado do seu salário R$ 4.587,36 em junho. A deputada Dorinha destacou que esteve presente em 92,2% das sessões e que das 30 ausências justificadas, ela estava em missões oficiais. Lázaro Botelho reforçou que é um dos deputados com mais frequência em sessão. Em relação as ausências, ele explicou que estava participando de outras atividades relacionadas ao exercício da sua atividade parlamentar junto aos ministérios e em visitas institucionais. A deputada Josi Nunes esclarece que as suas ausências nas sessões ocorreram em virtude de compromissos importantes.

O deputado estadual Nilton Franco argumentou que nos quase quatro anos percorreu mais de 400 mil km visitando os municípios, pois outro ofício do parlamentar é ver as reais demandas da população. A deputada Luana Ribeiro, que é presidente da Assembleia, destacou que é membro da União Nacional dos Legisladores e Legislativos (Unale) e representa a Casa em eventos e congressos, motivo de suas ausências justificadas.

O governador Mauro Carlesse, então deputado estadual e presidente da Assembleia, detalhou que no período foi submetido a duas cirurgias necessitando de repouso absoluto. Sobre as ausências sem justificativas, tratam-se da participação em eventos ou compromissos nos municípios. Paulo Mourão informou que as ausências se dão em razão das licenças para tratamento de saúde e participações em atividades extras, como as reuniões de quando líder do governo, eventos da Unale, reuniões externas da Comissão de Minas e Energia e audiências da Cenovo.

Eduardo Bonagura justificou que suas ausências ocorreram para tratamento de saúde e visitas nas bases eleitorais, além de audiências com secretários estaduais e com o governador. Eduardo Siqueira explicou que o número de ausências justificadas ocorreram em razão das licenças para tratamento de saúde. As faltas sem justificativas são eventuais agendas de sessões em tribunais, visitas ao Congresso Nacional e aos municípios.

O deputado Olyntho Neto destacou que as ausências foram justificadas e frisou que é um dos parlamentares mais atuantes, sempre em busca de benefícios e soluções à população. A deputada Amália Santana detalhou que se ausentou durante 19 dias para cumprir compromissos externos e 120 dias motivados por problemas de saúde. Toinho Andrade informou que as ausências se deram em razão de duas cirurgias. O vice-governador Wanderlei Barbosa, então deputado estadual, defendeu que a atividade de parlamentar não se restringe as sessões e que participou de missões e outras ações. Valderez Castelo Branco explicou que suas poucas ausências ocorreram em razão missões oficiais ou licença médica. O deputado Zé Roberto ressaltou que o parlamentar precisa se reunir com as bases e representar o mandato não só na Capital mas em todo o Estado. Jorge Frederico disse que suas ausências se dão em razão de assuntos pertinentes ao mandato e ao cargo ocupado na Mesa Diretora. O JTo não conseguiu contato com os demais citados.