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Faltosos poderão votar no 2º turno da Eleição Suplementar

Quem não foi às urnas tem um prazo de até 60 dias após o pleito para justificar a ausência ou pagar a multa de R$ 3,50 e ficar em dia com a Justiça

ELIAS OLIVEIRA
Eleitor que faltou no 1º turno poderá votar, mas precisa se regularizar

No primeiro turno da eleição para governador, Um total de 30,14%, do eleitorado não compareceu às urnas para votar

O eleitor tocantinense que não compareceu às urnas e ainda não justificou a ausência no primeiro turno da Eleição Suplementar realizada dia 3 de junho para os cargos de governador e vice, poderá votar normalmente no próximo dia 24, no segundo turno do pleito.

A orientação é do auxiliar de cartório da 29ª Eleitoral de Palmas, Michel Leão. Segundo ele, o eleitor que faltar até dois turnos de votação não perde a regularidade do título, no entanto, para obter a certidão de quitação eleitoral, é necessário justificar a ausência ou pagar a multa.

“O eleitor que não votou no primeiro turno tem até 60 dias para apresentar a documentação justificando sua ausência ou optar por pagar a multa no valor de R$ 3,50 para fica em dia com a Justiça Eleitoral”, explica.

prazos

O prazo para quem não votou no primeiro turno da Eleição Suplementar justificar a ausência nas urnas termina no dia 2 de agosto. E para quem não comparecer às urnas no segundo turno no dia 24, terá até o dia 23 de agosto para justificar.

Quem estiver fora de seu domicílio eleitoral, em outro município poderá justificar sua ausência em qualquer seção eleitoral no dia da eleição, 24 de junho. Porém, após a votação, só será possível justificar o voto ou pagar a multa em um cartório eleitoral.

Se enfrentam no segundo tur o governador interino, Mauro Carlesse (PHS), da coligação “Governo de Atitude” e o senador Vicentinho Alves (PR), da coligação “A vez dos Tocantinenses”. Também concorreram, no primeiro turno, o ex-prefeito de Palmas, Carlos Amastha (PSB), a senadora Kátia Abreu (PDT), o advogado Márlon Reis (Rede), o procurador federal, Mário Lúcio Avelar (Psol) e o empresário Marcos Souza (PRTB).

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