O próximo presidente da República perderá ano a ano recursos para pagar despesas de custeio da máquina pública e para fazer investimentos em infraestrutura e na área social - as chamadas despesas discricionárias, contratadas por decisão do governo e não exigidas por lei. Atualmente, a margem fiscal é de 9% do Orçamento Federal e poderá chegar a 2% em 2021, confor...

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