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Empresa de cosméticos é acusada de racismo

Nivea tem recebido reclamações na rede social após publicação de propaganda que diz 'branco é pureza'

Reprodução/ Twitter

A fabricante internacional de produtos de beleza e higiene Nivea está sendo acusada por usuários do Facebook de racismo. As reclamações começaram após a rede social da empresa no Oriente Médio publicar a foto de uma mulher de costas com a frase 'white is purity' (branco é pureza).

Os internautas associaram o texto aos argumentos usados por Hitler durante o período do Nazismo. A publicação já foi deletada do Facebook. 

À reportagem, a Nivea no Brasil reconheceu que o post tem dupla conotação. A Beiersdorf, grupo detentor da marca Nivea, esclareceu que "o post realizado no Facebook da filial no Oriente Médio, referente ao desodorante NIVEA Invisible Black&White, gerou preocupações sobre uma possível discriminação étnica". 

"Lamentamos profundamente a qualquer pessoa que possa ter se ofendido com o conteúdo. Depois de perceber que este post tinha dupla conotação, ele foi imediatamente retirado do ar pela equipe local. Diversidade e igualdade são valores cruciais da NIVEA. Valorizamos a diferença e acreditamos que a discriminação, direta ou indireta, não deve existir em nossas atividades. Isso se aplica independentemente do sexo, idade, raça, cor da pele, religião, ideologia, orientação sexual ou deficiência. Nem a origem cultural, étnica ou nacional, nem a convicção política ou filosófica têm qualquer relevância", afirmou a empresa.

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