A preocupação com a pandemia de Covid-19, que já contaminou quase 130 mil pessoas e matou mais de 4,7 mil em todo o mundo, chegou ao principal grupo terrorista da atualidade.

Em sua revista semanal, a "Al-Naba", o Estado Islâmico (EI) listou uma série de "diretrizes religiosas" para se proteger contra a doença provocada pelo novo coronavírus (Sars-CoV-2).

Sem citar explicitamente o nome Covid-19, o grupo jihadista apresenta uma série de recomendações que estão em linha com aquelas da Organização Mundial da Saúde (OMS), como manter distância de pessoas infectadas e não viajar a áreas de contágio.

O EI também pede para as pessoas cobrirem a boca ao tossir ou espirrar e lavar as mãos antes de comer ou beber. Além disso, insta os jihadistas a "confiarem em Deus".