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Filme para jogar

Os gráficos, efeitos visuais, personagens, direção de arte e fotografia foram pensadas como nos jogos on-line de computador

Tessa Thompson sobre sua Valquíria: “Ela se importa muito pouco com o que os homens pensam dela”

Como estratégia para alavancar as bilheterias e trazer o público mais jovem que não mantém contato com as histórias em quadrinhos de Thor, o diretor Taika Waititi desenvolveu toda uma roupagem visual dos videogames para Thor: Ragnarok. Os gráficos, efeitos visuais, personagens, direção de arte e fotografia foram pensadas como nos jogos on-line de computador. A impressão é de que o espectador participa ativamente das aventuras e desventuras de Thor pela retomada de Asgard.

Vindo de um cinema mais visual, Waititi teve sua primeira experiência com HQs com Lanterna Verde (2011). Dirigiu ainda filmes como o drama Boy (2010), a comédia noir O que Fazemos nas Sombras (2014) e a aventura Uma Fuga para a Liberdade (2016). Ao contrário das outras produções, em Thor o diretor chega com o desafio de manter a sagacidade de uma adaptação dos quadrinhos para o cinema, já que há ainda mais dois filmes da saga previstos para os próximos anos.

Pela primeira vez na história de filmes oriundos de HQs, há uma cena de nudez envolvendo o personagem do Hulk, interpretado por Mark Ruffalo. O diretor ainda tratou de incluir a guerreira bissexual Valquíria (Tessa Thompson) na trama, sendo a primeira personagem LGBT do universo cinematográfico da Marvel. “Ela é bi. E, sim, ela se importa muito pouco com o que os homens pensam dela. Que alegria de interpretar”, apontou Tessa nas redes sociais.

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