Como muitos outros brasileiros, a editora Simone Paulino conheceu a obra de Clarice Lispector na escola, num momento em que o mais ambicioso sonho para ela, menina pobre da periferia, órfã desde os 5 quando seu pai foi assassinado na volta do trabalho, era ser professora de português. Leu A Hora da Estrela, mas não foi amor à primeira vista. Deixou a ideia da sala de a...
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