A comerciante Elizabethe Ferreira da Silva, 56 anos, diz que todos os meses ela compra dois botijões de gás, 45 kg cada um, para manter o restaurante que tem na Capital. Agora com a notícia do reajuste de até 5% no produto, ela diz que também terá que aumentar o valor das refeições que vende em seu estabelecimento. “Esse acréscimo no valor do gás é absurdo. Eu par...

Você se interessou por este conteúdo?

Seja nosso convidado.

É só usar as chaves para abrir até
5 conteúdos por mês.
QUERO ASSINAR
Os comentários publicados aqui não representam a opinião do jornal e são de total responsabilidade de seus autores.

Comentários