Para encontrar um profissional para seu time de desenvolvedores, a fintech Warren, de Porto Alegre, foi longe: após meses de procura, contratou um funcionário que trabalha de casa, em Sinop, polo do agronegócio de Mato Grosso, a 3 mil km de distância. O caso ilustra como o setor de tecnologia se descolou da realidade do mercado de trabalho brasileiro. Em um país ...

Olá, esta matéria é exclusiva para assinantes.

Não sou Assinante.

Para ler a matéria você pode usar as chaves de convidado e desbloquear o conteúdo.
QUERO ASSINAR
Os comentários publicados aqui não representam a opinião do jornal e são de total responsabilidade de seus autores.

Comentários