O número de famílias das classes A e B voltou a crescer em 2018. Já as classes D e E ficaram estáveis, de acordo com cálculos do economista Marcelo Neri, diretor da FGV Social, publicados em reportagem do jornal Valor Econômico. Em 2018, 14,4% da população, o equivalente a 30 milhões de pessoas, fazia parte da fatia mais rica e da classe média alta no país (class...

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