Com o mercado de terras em crise, investidores capitalizados avançam sobre propriedades endividadas em Goiás. Pagamento à vista e segurança jurídica se tornaram decisivos para negociações (Guilherme Alves/O Popular) O mercado de terras em Goiás vive atualmente um momento de "ajuste forçado", onde o dinheiro na mão e a segurança jurídica valem muito mais do que a simples capacidade de produzir, segundo corretor Frederico Mesquita de Melo Ribeiro, especialista da Ideal Fazendas. Para ele, a crise inverteu as prioridades de quem investe, e, dessa forma, o comprador passa a se atentar mais na documentação e no estado de regularização. O que mais atrai comprador hoje é a segurança (documentação + estrutura jurídica). Com a crise, ninguém quer risco fundiário, e quando a terra está 'redonda', sem ônus, vende mais rápido. Porque hoje documento vale mais que produtividade", afirmou em entrevista ao repórter do O POPULAR, Nielton Santos.