A sindicância que investiga a conduta de três guardas metropolitanos por uma possível omissão durante um estupro de vulnerável foi prorrogada pela Prefeitura de Palmas. O crime aconteceu em frente à base da Guarda Metropolitana na Praia da Graciosa, região sul da capital, e o prazo inicial do procedimento administrativo venceu no último sábado (21). Segundo a prefeitura, a medida foi tomada após a defesa da vítima alegar a necessidade de oitiva de uma testemunha, em um prazo de 30 dias. A gestão destaca que, durante a sindicância, os servidores públicos continuam afastados dos cargos (veja nota na íntegra abaixo). O JTo ainda não conseguiu contato com a família da vítima nem com a defesa do suspeito. O crime também é investigado pela 1ª Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (1ª DEAM) e tramita em segredo de Justiça.