Sede do Ministério Público do Tocantins (Djavan Barbosa/Arquivo JTo) O prazo para manifestação do Ministério Público do Tocantins (MPTO) se aproxima do fim no caso que apura a morte do ex-secretário da Seagro, Clemente Barros Neto, de 86 anos, em atropelamento na capital. A Polícia Civil concluiu o inquérito e indiciou o motorista por homicídio culposo no trânsito. Agora cabe ao MP acolher ou rejeitar a denúncia. Procurado pelo Jornal do Tocantins, o MPTO ainda não apresentou posicionamento oficial até a publicação desta reportagem. O delegado responsável pelo caso, Marcio Girotto, afirmou que não pode repassar informações além das que competem à Polícia Civil. Segundo ele, eventuais esclarecimentos devem ser solicitados ao MPTO. A autoridade policial informou que concluiu o inquérito no dia 10 de fevereiro com o indiciamento de L.N.P., de 22 anos, por homicídio culposo no trânsito. Novos detalhes dependem do Judiciário ou do MPTO.