A Justiça manteve a prisão preventiva de Kathellen Moreira da Silva, madrasta de Gustavo Veloso Feitosa, de 3 anos, mesmo diante do pedido da defesa para que ela respondesse ao processo em prisão domiciliar por ser mãe de uma bebê de 5 meses. A decisão da 1ª Vara Criminal de Palmas considerou a gravidade do caso e os fundamentos que sustentam a prisão preventiva. Veja no Jornal Anhanguera 2ª Edição: Prisão de madrasta de Gustavo Veloso é mantida O pedido apresentado pela defesa buscava a revogação da prisão ou a substituição por prisão domiciliar. Os advogados argumentaram que Kathellen amamenta a filha, que tem cinco meses, e que a bebê passa por investigação cardiológica. Também alegaram que a investigada não tem antecedentes criminais e negaram participação nas agressões contra Gustavo. Kathellen permanece presa na Unidade Prisional Feminina de Palmas. O pai da criança, o advogado Igor Gustavo Veloso de Sousa, também permanece preso preventivamente e é investigado no mesmo caso.