O réu João Vitor Oliveira Matos foi condenado a 70 anos de prisão pelo feminicídio da própria filha, Wevelin Vitória Carvalho Oliveira, de 12 anos, assassinada em 14 de julho de 2025, no povoado Vila Corrente, zona rural de Babaçulândia, no norte do Tocantins. A pena deverá ser cumprida em regime inicial fechado, sem direito de recorrer em liberdade. O julgamento foi realizado pelo Tribunal do Júri de Filadélfia. Os jurados acolheram integralmente a denúncia apresentada pelo Ministério Público do Tocantins (MPTO). Por meio de nota, a Defensoria Pública do Estado, responsável pela defesa de João Vitor, informou que não comenta decisões da Justiça envolvendo julgamento de pessoas assistidas. Além disso, destacou que é importante informar que todas as pessoas têm direito à defesa, como prevê a Constituição Federal.