A defesa de Sabrina Feitosa, mãe do menino Gustavo Veloso Feitosa, de 3 anos, divulgou nota nesta quarta-feira (5) em que afirma que o regime de convivência da criança com o pai decorria de decisão judicial e não de uma escolha da mãe. Segundo a advogada Stella Bueno, embora o inquérito que apura a morte de Gustavo tramite sob sigilo, a defesa acompanha o andamento das investigações em contato com as autoridades e adota providências para o esclarecimento dos fatos e a responsabilização dos envolvidos. Na nota, a defesa informa que aguarda eventual representação da autoridade policial pela prisão preventiva do pai da criança, investigado no caso, para análise do Poder Judiciário. O documento também sustenta que o regime de convivência paterna havia sido regulamentado judicialmente e que o descumprimento poderia caracterizar alienação parental e resultar na reversão da guarda em favor do pai.