A sequência dos fatos envolvendo um possível estupro de vulnerável em frente à base da Guarda Metropolitana de Palmas (GMP) revela um intervalo de cinco dias entre a ocorrência do crime e a abertura de uma sindicância interna pela gestão municipal. O caso, que ganhou repercussão após imagens circularem nas redes sociais, resultou no afastamento de três agentes das atividades operacionais. Segundo a prefeitura, a sindicância que investiga se houve omissão ou falha na conduta dos agentes tem prazo de 30 dias para conclusão, podendo ser prorrogada por igual período. Os três servidores foram afastados das funções até a conclusão dos trabalhos. A comissão designada pela Corregedoria conduz a investigação administrativa para definir responsabilidades e resguardar o interesse público. O Jornal do Tocantins não conseguiu contato com a família da vítima nem com a defesa do suspeito do crime.