UPA Sul de Palmas (Divulgação/SES) A Justiça do Tocantins decidiu manter na prisão os três principais alvos da Operação Falsa Emergência, que investiga um esquema de corrupção na gestão das Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) de Palmas, e decidiu retirar o sigilo do processo, tornando públicos os detalhes da investigação. A ex-secretária municipal de Saúde, Dhieine Caminski, o ex-superintendente Andreis Vicente da Costa e a empresária Cláudia Fernanda Cândido da Silva tiveram seus pedidos de liberdade negados. Com a aceitação da denúncia pelo Judiciário, os investigados agora são oficialmente réus no processo. As decisões são da 3ª Vara Criminal de Palmas e foram assinadas nesta sexta-feira (26). O magistrado entendeu que as prisões preventivas são necessárias para garantir a ordem pública e evitar que os envolvidos atrapalhem a coleta de provas. Segundo a decisão, mesmo fora dos cargos, os suspeitos ainda possuem influência política e poderiam interferir no andamento da ação penal, que apura um contrato milionário assinado sem licitação.